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PREFEITO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP X EDUCAÇÃO INFANTIL
NOSSAS CRIANÇAS ESTÃO SENDO TRATADAS COM DESCASO PELA PREFEITURA.
ESCOLA DE 27 ANOS DE
TRADIÇÃO, AMADA POR TODA A CIDADE
É FECHADA SEM MOTIVO POR PURA POLITICAGEM!
NOSSOS FILHOS ESTÃO SEM
AULA HÁ QUASE UM MÊS!
SEGUE CARTA QUE EXPLICA TUDO QUE ESTÁ HAVENDO POR AQUI.
UM VERDADEIRO ESCÂNDALO POLÍTICO, FALTA DE VERGONHA E DESCASO.
E abaixo sequência de
eventos prefeitura contra nossa escola, o desabafo de mãe de aluno do
IEEB.
Esclarecimentos do que acontece
com o Instituto Educacional Edward Bertholini – IEEB *
O Instituto Educacional
Edward Bertholini (IEEB) iniciou suas atividades na rua Paschoal
Moreira, nº 380, no bairro Jardim Esplanada em 1984. Jamais a Escola
teve qualquer problema jurídico com a Prefeitura, sempre respeitou a Lei
do Município.
Em 2009, dada a
necessidade de mudança de endereço, a direção do IEEB fez uma pesquisa
para o funcionamento em outro imóvel. Através de uma pesquisa minuciosa,
a casa localizada na Avenida São João, nº 1461, no bairro Jardim Apolo,
foi escolhida. De acordo com a
Lei Complementar 165/97 Art 82, o
imóvel está em zona residencial e compatível com as atividades de Ensino
Infantil.
Dentro da permissão da Lei
como prestadora de serviço, a direção da Escola entrou com o pedido de
mudança de endereço junto aos órgãos municipais competentes. O pagamento
de R$200,00 (duzentos reais) da taxa que a Vigilância Sanitária exige
para a vistoria do imóvel foi efetuado dia 09 de dezembro de 2009, mas a
Prefeitura alegou não ter fiscais disponíveis para o serviço e por isso
a visita nunca ocorreu.
O Corpo de Bombeiros
atestou segurança do imóvel até março de 2013 e a Secretaria de Educação
aprovou o calendário escolar para o início do ano letivo de 2010. Ainda
por exigência da
Lei Complementar 165/97 Art 82 §1º inciso II,
as instalações das atividades foram adequadas pela Escola para respeitar
360m², enquadrando-se em exatos 355,5m².
E sem respostas
plausíveis, a Prefeitura interditou as atividades da Escola no meio do
ano letivo de 85 alunos, sendo que:
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Só a visita da
Vigilância Sanitária é quem permite a emissão do Alvará de
Funcionamento no local. Porém, sem a visita dos fiscais da
Prefeitura a Escola não consegue protocolar o pedido do novo alvará
de funcionamento, já que o velho expirou em abril de 2010.
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O Corpo de
Bombeiros forneceu o auto de vistoria que garante a segurança dos
alunos até março de 2013.
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A Secretaria de
Educação aprovou o calendário escolar e esteve ciente do início das
aulas em fevereiro de 2010.
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A omissão da
Prefeitura diante do projeto de Pequenas Reformas, protocolado ainda
em 2009, impossibilitou qualquer fiscalização para constatar o
respeito das instalações das atividades em menos de 360m² como exige
a Lei.
Em 22 de dezembro de 2009,
o Departamento de Fiscalização e Posturas Municipais emitiu, sob o nº
367918, uma notificação do funcionamento irregular do IEEB com a
instrução de encerrar suas atividades sob pena de interdição sumária.
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Os proprietários da
Escola pediram duas vezes a prorrogação do prazo junto à Prefeitura,
com documentos datados em 29 de dezembro de 2009 e 11 de janeiro de
2010, mas não foram aceitos pelo município.
Diante da necessidade e
preocupação com o início das aulas dos alunos matriculados, a justiça
foi acionada. Assim, no dia 12 de janeiro de 2010 a magistrada Marise
Terra Pinto comunicou à Secretaria de Planejamento Urbano da Prefeitura
a autorização imediata do funcionamento do Instituto Educacional Edward
Bertholini. A juíza foi muito clara, a autorização foi concedida porque
muitas crianças ficariam sem Escola, já que o único problema de
indeferimento estava na metragem do imóvel.
Já em funcionamento, a
direção da Escola solicitou o pedido de LTA – Laudo Técnico de Avaliação
e/ou o Alvará de Funcionamento provisório até que as providências fossem
tomadas, mas não obteve respostas. No dia 20 de abril, o Departamento de
Fiscalização e Posturas Municipais efetuou a interdição das atividades
no local e logo no dia 22 de abril a Escola propôs um acordo para
permanecer até o recesso escolar de julho e não prejudicar os alunos.
A Prefeitura não aceitou
os dois pedidos de dilação de prazo por parte da Escola e no dia 26 de
abril uma moradora da rua Amparo, do Jardim Apolo, entrou com mais de um
processo na Prefeitura para interdição das atividades do IEEB. As
alegações foram baseadas no "barulho alto" e também no "incômodo de
trânsito". A Secretaria de Transportes nunca orientou a Escola para
possíveis adequações e mesmo assim o imóvel oferece vagas de
estacionamento suficientes para não precisar utilizar a via pública do
loteamento do Jardim Apolo para estacionar e/ou fazer o embarque e
desembarque de alunos.
A Prefeitura não enviou
por escrito nenhum acordo, em todo instante deixou claro que se fosse
para "negociar" a Escola precisaria abrir mão de Direitos em face da
Prefeitura, propostas recusadas pela direção e consideradas indecorosas.
Por isso, após o expediente do dia 28 de maio de 2010, a Escola foi
lacrada pela Prefeitura.
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Na manhã do dia 31
de maio de 2010, quando os pais compareceram à escola para deixar
suas crianças, nenhum órgão responsável pela defesa do cidadão, da
educação ou do bem estar social esteve presente para orientação dos
procedimentos a serem adotados para o acolhimento das crianças que
perderam, do dia para a noite, sua escola.
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No memorando da
Prefeitura nº 515/DFPM/10 que deu início ao processo de interdição
sumária do IEEB são usada Leis sem fundamentação, tais como maus
tratos de animais e andaimes, o que nada têm a ver com educação.
A direção da Escola a todo
instante prestou esclarecimentos aos Pais e abriu canais de informações
junto a internet e telefone para amparar as famílias que também sofrem
com este transtorno. A Câmara Municipal dos Vereadores, por intermédio
do vereador Alexandre da Farmácia, recebeu os Pais e a direção da Escola
para que fosse encontrada uma solução imediata em prol das crianças. E
por unanimidade dos parlamentares, um documento foi assinado para ser
entregue ao Prefeito, pedindo com urgência a abertura do Instituto
Educacional Edward Bertholini no dia 14 de junho, fato este que não
ocorreu.
Dentro de processos
movidos pela mesma moradora do loteamento do Jardim Apolo, estão dez
assinaturas de moradores de quatro casas da rua Amparo, quinze moradores
de sete casas da rua Ubatuba e cinco assinaturas de moradores de três
casas da rua Lindóia, totalizando 30 assinaturas.
Os Pais, Amigos,
Funcionários e Familiares foram as ruas pedir a opinião pública e hoje
já contamos com mais de 3 mil assinaturas pedindo a abertura da Escola.
Por que neste caso 30 vale
muito mais que 3 mil?
Se alguém souber a
resposta e quiser ajudar, envie um e-mail para:
apoioaoieeb@gmail.com. Algumas manifestações e ações já foram
feitas, mas ainda dá tempo de você também abraçar a nossa causa. SÃO
CRIANÇAS SEM EDUCAÇÃO HÁ SEMANAS!
VALE
LEMBRAR: tudo é uma questão ADMINISTRATIVA e não JUDICIAL
*por uma mãe de aluno
indignada
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